PGR rejeita acordo de delação com Eike Batista

    As provas apresentadas pela defesa do empresário, que teria mencionado Lula, Guido Mantega e Sérgio Cabral, foram consideradas insuficientes

    Foto: Fábio Motta / Estadão Conteúdo

    A proposta do acordo de delação premiada do empresário Eike Batista foi recusada pela Procuradoria-Geral da República (PGR). As negociações eram feitas pela equipe da procuradora-geral, Raquel Dodge, e procuradores da República no Rio de Janeiro.

    No entanto, as provas apresentadas foram consideradas insuficientes. De acordo com a Folha, a defesa do executivo preparou anexos que mencionavam políticos como o ex-presidente Lula (PT), o ex-ministro Guido Mantega e o ex-governador do Rio Sérgio Cabral (MDB).

    O empresário sinalizava o desejo de fechar um acordo desde janeiro do ano passado, quando foi preso. Três meses depois, Eike foi solto por ordem do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF).