Era só sangue e corpo no corredor, diz brasileira após ataque na Flórida

    "A gente ficou bem quietinho para ele não escutar nada, não saber que tinha gente na nossa sala", afirmou Melissa Camilo, de 15 anos

    Foto: Reprodução

    Uma das sobreviventes do ataque, que deixou 17 pessoas mortas na escola Marjory Stoneman Douglas, em Parkland, Flórida, a 70 km ao norte de Miami, a estudante brasileira Melissa Camilo, 15, afirmou que a única coisa que a pode fazer ao ouvir os tiros foi correr em direção à parede e ficar em silêncio.

    “A gente ficou bem quietinho para ele não escutar nada, não saber que tinha gente na nossa sala”, afirmou ela, em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo, por telefone.

    Na tarde desta quarta (14), pouco antes do término das aulas, um ex-aluno, Nikolas Cruz, 19, invadiu o local e disparou contra estudantes e professores com um fuzil AR-15. Ainda há feridos internados em hospitais.