Polícia legislativa baiana vai ter 60 integrantes de saída

    Hoje em torno de 40 policiais militares trabalham na Assembleia, inclusive fazendo a segurança da área externa. Estes vão voltar para os quartéis. Só vão ficar lá os seis que servem a presidência

    Ângelo Coronel (PSD), presidente da Assembleia, diz que antes das eleições deste ano instala a Polícia Legislativa da Assembleia da Bahia, segundo ele, uma iniciativa já adotada por 14 outros Estados no país afora.

    Os efeitos práticos: hoje em torno de 40 policiais militares trabalham na Assembleia, inclusive fazendo a segurança da área externa. Estes vão voltar para os quartéis. Só vão ficar lá os seis que servem a presidência.

    Outros setores

    Hoje, a Assembleia tem oito seguranças concursados, que serão incorporados. Aliás, há muito eles lutam por isso. Com a polícia legislativa, os inquéritos de episódios que lá se passarem serão feitos lá mesmo.

    Se diz que a grande maioria dos policiais administrativos serão advogados, os maiores concurseiros. Mas Coronel diz que no mesmo concurso vai suprir quadros também em outras áreas, como a administrativa e a médica. O salário inicial é entre R$ 6 mile R$ 7 mil.