MP e PF driblam STF em ações da Operação Carne Fraca

    Embora uma determinação do ministro Gilmar Mendes restrinja o uso da condução coercitiva, os investigadores garantiram os depoimentos dos investigados

    Foto: Fábio Possebom/ ABr

    Ao prender temporariamente 10 envolvidos nas investigações da Operação Trapaça, nova fase da Carne Fraca, entre eles o ex-presidente da BRF, Pedro Faria, o Ministério Público e a Polícia Federal aplicaram um drible no impedimento do Supremo tribunal Federal às conduções coercitivas.

    Segundo a coluna Painel, da Folha de São Paulo, a PF pediu a condução dos mesmos investigados em julho do ano passado, mas o juiz federal responsável pelo caso redistribuiu a matéria e pediu que a solicitação fosse avaliada por outros colegas.

    Finda a etapa de exames do caso, em janeiro de 2018, a determinação do ministro Gilmar Mendes já restringia as coercitivas.