Feliciano: ‘Cérebro de esquerdista é do tamanho de uma ervilha’

    Deputado federal lamentou a morte de Marielle, mas em seguida atacou o Psol e o segmento político: "Deram um tiro na cabeça [...] levaram uma semana para achar a bala"

    Foto: Reprodução/Instagram

    O deputado federal Marco Feliciano (Podemos) novamente causou indignação nas redes sociais após mais um discurso polêmico.

    Em entrevista ao programa Pânico da Rádio Jovem Pan nesta terça-feira (20), o parlamentar disse que o “cérebro do esquerdista é do tamanho de uma ervilha”. “Deram um tiro na cabeça […] levaram uma semana para achar a bala”, afirmou em tom de brincadeira. A frase foi dita após lamentar brevemente a morte da vereadora morta Marielle Franco (Psol).

    “Como ser humano, pai, é lamentável, uma menina nova que tinha uma vida pela frente […] Mas ela é só mais um número”. O comentarista Carioca perguntou, então: “E como líder política, [o que você acha]?”. “Do que?”, questionou o pastor. “Ela recebeu 45 mil votos”, acrescentou o apresentador do programa. Foi quando o pastor começou a sessão de descarrego, e disparou contra a legenda.

    Primeiro, disse que o “Psol nem é um partido político”, pois “implanta o caos” e “prega o céu na terra, completamente vermelho”. Enquanto falava, a jornalista Amanda Ramalho soltou: “Como o senhor é ignorante”. Aí foi a vez de a moça ser alvo do deputado: “Você é do partido?”. Ao receber a negativa, completou: “Achei que você era. Porque você tem as características”. Amanda ironizou: “Muito obrigado, mas o senhor está sendo preconceituoso”.

    No fim do ano passado, Marco Feliciano questionou nas redes sociais, o motivo de Caetano Veloso não ter sido preso, devido ao relacionamento com Paula Lavigne. Na ocasião, o deputado disse que há registro do cantor “dizendo que tirou a virgindade de uma menina de 13 anos”, em sua festa de 40 anos.

    Em fevereiro deste ano, o congressista atacou outro artista, desta vez, a drag Pabllo Vittar. Ele gravou um vídeo no qual diz que a ascensão de Pabllo é para fortalecer grupos políticos que querem “produzir leis para defender a promiscuidade”.

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