Polícia aguarda perícia e ouve donos de embarcações da Marina Bonfim

    Os investigadores trabalham com a hipótese de que as chamas foram iniciadas após curto-circuito em um aparelho de ar-condicionado em uma das 50 lanchas dispostas no galpão

    Foto: Luís Filipe Veloso/ bahia.ba

    O inquérito que apura as causas e responsabilidades do incêndio que destruiu, pelo menos, 35 embarcações na Marina Bonfim, localizada na Cidade Baixa de Salvador, na última quinta-feira (22), já ouviu proprietários de embarcações, a administradora do empreendimento e agora aguarda o laudo pericial do Departamento de Polícia Técnica (DPT).

    Segundo a rádio BandNews FM, a polícia trabalha com a hipótese de que as chamas foram iniciadas após curto-circuito em um aparelho de ar-condicionado em uma das 50 lanchas dispostas no armazém, que fica em uma área residencial no Jardim Belvedere, às margens da Baía de Todos-os-Santos.

    As chuvas que atingiram Salvador até a madrugada deste domingo (25) contribuíram para a redução do cheiro de queimado do local que já passa por um limpeza para a retirada do que sobrou dos móveis, iates, botes, jet skis e lanchas que foram destruídas pelo fogo.