A Fiol pede passagem. E também que o Inema libera a água para o trem andar

    Só há um probleminha: o Brasil não é a China

    Frase da vez

    “O bom combate é aquele que é travado em nome dos nossos sonhos. Foi transportado dos campos de batalha para dentro de nós mesmos”

    Paulo Coelho, escritor brasileiro (1947).

    Foto: Sandra Travassos/ AL-BA
    Foto: Sandra Travassos/ AL-BA

     

    Um grupo de empresários do do consórcio Betech-Cilan, que cuida do Loite 5 da Fiol (de Caetité até a ponte do São Francisco, em Serra do Ramalho) esteve ontem coma deputada Ivana Bastos (PSD) pedindo apoio.

    Segundo Ivana, só falta o governo federal liberar o edital de concessão para os chineses, interessados na construção e exploração, entrarem na parada, mas há outro entrave baiano, as licenças ambientais.

    — Para o Inema liberar a outorga para a perfuração de poços artesianos, de onde é tirada a água para as obras, dura de um ano cinco anos. É simplesmente lamentável.

    Segundo Ivana, os chineses já fizeram acordo com a Bamin, vão entrar na mineração, na construção e exploração do Porto Sul e na própria Fiol.

    — O projeto cria um novo vetor econômico na Bahia. Infelizmente parece que alguns não se dão conta.

    Só há um probleminha: o Brasil não é a China.