Menino pode ter morrido por excesso de anestesia em hospital da Hapvida

    De acordo com perícia, menino de um ano e seis meses teve edema cerebral e hemorragia que podem ter sido decorrentes de má dosagem do anestésico

    Reprodução

    A causa da morte do garoto Kayllan Dias, 1 ano e 6 meses, em março, no Hospital Teresa de Lisieux, administrado pela rede Hapvida, foi apontada pelo laudo pericial do Instituto Médico Legal (IML) como edema cerebral e hemorragia, que podem ter sido causados pelo excesso de anestesia.

    De acordo com a perícia, o médico que atendeu o garoto não calculou a dose certa do anestésico, o que acabou por ocasionar quatro paradas cardíacas em Kayllan, que chegou a ficar um mês em coma mas não resistiu. O garoto chegou no hospital para tratar um corte na mão.

    A família da criança moveu uma ação no Ministério Público da Bahia (MP-BA) para que a morte seja apurada e a 16ª Delegacia de Polícia Civil, na Pituba, abriu um inquérito para o caso.