Chocolate, novo tempo para a região do cacau

    O chocolate é visto como o futuro da região cacaueira baiana (sem coronéis)

    Marcos Lessa, organizador do Festival Internacional do Chocolate da Bahia, diz que caminha para a 10ª edição do evento (de 18 a 22 de julho em Ilhéus) com uma satisfação especial, o grande avanço em número de marcas.

    — Começamos com uma meia tala, porque produzia o chocolate, mas não o cacau. Agora temos 70, algumas já vendendo pelo país afora.

    O chocolate é visto como o futuro da região cacaueira baiana (sem coronéis).

    Paloma: ‘Ainda é pouco’

    Paloma Uzêda (PSL), prefeita de Itamari, região cacaueira, perto de Gandu, município dos mais pobres, com R$ 1,5 milhão de arrecadação, mais de 60% com gastos de pessoal, diz quer lá tem uma fábrica de chocolate que emprega 25 pessoas.

    — É muito bom, mas é pouco. Precisaríamos ter algumas mais.

    Ou seja, como salvação do cacau, a era do chocolate ainda é tímida. Está no começo, mas está andando.