Ronaldo deu o tom que vai imprimir: o ataque

    Bater não é bem o estilo de Ronaldo. Ficou até um pouco estranho a tentativa de ser agressivo. Coisas da política (e das circunstâncias)

    No primeiro encontro frente a frente ontem, promovido pelas Federações da Indústria, do Comércio e da Agricultura (Fieb, Fecomércio e Faeb), Zé Ronaldo (DEM) deu o tom que pretende implementar nos debates durante a campanha: o ataque.

    Ronaldo chegou a dizer que algumas obras do governo andam ‘a passo de cágado’, como a ponte Salvador-Itaparica. E também que o PIB da Bahia cresceu menos.

    Rui não mordeu a isca. Disse que o eleitorado não quer saber de ‘futrica política’ e que ganhou em 2014 ‘sem agredir ninguém’.

    Bater não é bem o estilo de Ronaldo. Ficou até um pouco estranho a tentativa de ser agressivo. Coisas da política (e das circunstâncias).