Gilmar Mendes manda soltar executivos presos na Operação Ressonância

    Daurio Speranzini Junior, executivo da GE; Miguel Iskin, da Oscar Iskin; e Gustavo Stellita, sócio de Iskin, são acusados de fraudes na Saúde do Rio

    Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil

    O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ordenou a soltura de três executivos detidos no início de julho durante a Operação Ressonância, um dos desdobramentos da Lava Jato no Rio de Janeiro com investigações concentradas na Saúde.

    São eles: Daurio Speranzini Junior, executivo da GE e ex-executivo da Philips; Miguel Iskin, da Oscar Iskin; e Gustavo Stellita, sócio de Iskin em outras empresas.

    Conforme a decisão do ministro, os três estão apenas proibidos de deixar o país e manter contato com os demais investigados por qualquer meio.

    As prisões dos executivos haviam sido decretadas pelo juiz federal Marcelo Bretas, a pedido do Ministério Público Federal (MPF). Iskin e Estellita também foram detidos em abril de 2017, durante a Operação Fatura Exposta, outro desdobramento da Lava Jato no estado. Na ocasião, também foram soltos por ordem de Gilmar.

    A defesa dos executivos argumentou que o novo decreto de prisão, de julho deste ano, não apresentou novos argumentos e o ministro concordou.