Marina Garlen, ativista baiana do movimento LGBT, morre em SP

    O sepultamento de Marina deve acontecer na próxima terça-feira (2), em Simões Filho (Região Metropolitana de Salvador), onde a família possui um jazigo

    (Foto: Reprodução/Facebook)
    (Foto: Reprodução/Facebook)

    A ativista baiana do movimento Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros (LGBT) Marina Garlen morreu na madrugada deste domingo (31), em São Paulo. Ela representava a Bahia em um evento do Dia Nacional da Visibilidade Trans, na capital paulista.

    De acordo com o jornal A Tarde, Marina teria passado mal, chegou a ser atendida por uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas não resistiu. A causa da morte ainda é desconhecida.

    Além de militante, ela também ocupava a cadeira de conselheira de Cultura LGBT do Ministério da Cultura. De acordo com o presidente do Grupo Gay da Bahia (GGB), Marcelo Cerqueira, em seu perfil no Facebook, o sepultamento de Marina deve acontecer na próxima terça-feira (2), em Simões Filho (Região Metropolitana de Salvador), onde a família possui um jazigo.