Frase da vez
“A tolerância é a caridade da inteligência”
Jules Lemaitre, dramaturgo francês (1853-1914)

Com as ressalvas de que a escassez de pesquisas eleitorais mina uma melhor interpretação do cenário baiano, a da Real Time Big Data-TV Record, com mais uma versão ontem divulgada, parece aproximar-se mais da realidade do que a do Ibope, que apontou Zé Ronaldo, com 8 numa e 7 noutra, contra 52 e 50 de Rui Costa.
Na Big Data, Rui está com 56, e subiu cinco, e Ronaldo com 16, caiu 2. O xís da questão é a discrepância dos números de Ronaldo. bem para além de qualquer margem de erro: oito pontos.
E isso irrita os oposicionistas: e onde está a fatia (estimada em 25%), do carlismo histórico somado ao antipetismo? Por aí, a Big Data se encaixa mais.
Convergência
Coronel —Não que isso seja lá muito animador para a oposição. Até porque, em dois detalhes as duas pesquisas se ajustam:
1 — Rui deu a largada favorito e continua favorito.
2 — Angelo Coronel cres ceu significativamente em ambas e na Big Data já empatou, sinalizando que a expectativa da oposição, de amealhar uma vaga no Senado com Irmão Lázaro ou Jutahy está minguando.
Outro indicativo de que a banda governista está na vantagem é o cenário federal na Bahia. No Ibope, Haddad lidera com 33 contra 14 de Bolsonaro, 9 de Ciro enquanto Alckmin empata com Marina com 6.
Pelas pesquisas, nem parece que Alckmin tem apoio aqui.
Neto resiste
Em entrevista ontem a Mário Kertész, na Metrópole, ACM Neto, disse acreditar que Fernando Haddad já está no segundo turno, mas ainda tem esperança de que vá com Geraldo Alckmin, ao invés de Bolsonaro, como apontam as pesquisas.
Diz esperar o povo entender que Bolsonaro perde para Haddad, Alckmin não.
E se der Haddad e Bolsonaro, como fica ele? Isso não disse. E entre aliados, não há consenso.

