Candidata a deputada responde acusação de radialista: ‘Ataques desse tipo não somam’

    Transmissão da rádio chegou a ser suspensa até chegada da Polícia Militar e caso foi registrado em delegacia

    Foto: Reprodução/ Whats App

    A candidata a deputada estadual e vereadora de Catu Clara Sena respondeu, em nota, a acusação do radialista Jorge Andrade de que apoiadores dela teriam invadido a rádio Ouro Negro FM, na manhã desta sexta-feira (5). A Polícia Militar chegou a ser chamada ao local e a ocorrência foi registrada pela coordenação da rádio na Polícia Civil.

    “Ao invés de apedrejarem a candidata da terra, essas pessoas deveriam lutar para Catu ter sua primeira representante na história. Ataques desse tipo não somam para o futuro próspero que almejo pra Catu”, afirmou Clara Sena, em nota. Ela afirmou que sua assessoria foi à rádio solicitar o áudio para entrar com o pedido de direito de resposta e não detalha se houve invasão.

    Ela afirma ainda que as declarações do radialista tem o intuito de prejudicar sua candidatura à deputada. Jorge disse que os apoiadores da vereadora teriam intenção de ameaçá-lo depois da publicação de uma matéria sobre supostos prejuízos depois que a vereadora, entre outras pessoas, entrou com ação contrária a um projeto de pavimentação das ruas da cidade.

    No entanto, ele fazia uma transmissão pelo telefone e não estava no estúdio. A transmissão chegou a ser suspensa até a chegada da PM, que afirmou em nota que, após intervenção dos policiais, ambos chegaram a um acordo. Ninguém foi preso e nenhum patrimônio foi danificado.

    De acordo com a vereadora, o projeto de pavimentação continha 26 ruas que já haviam sido pavimentadas, totalizando mais de R$1, 8 milhãos, e seria incoerente aprovar um projeto de empréstimo para pavimentar ruas já pavimentadas, sendo que o Legislativo já aprovou 38 milhões de reais somente para obras de pavimentação.

    A candidata diz ainda que o radialista chegou a insinuar que o Ministério Público estaria “politizado” por ter acatado a denúncia dos vereadores.