Agenda de Rui agora é a montagem do novo governo

    Uma parte vai rodar, trocar de pastas, e outra vai dançar

    Passada a tempestade das turbulências geradas pelo pacote da reforma administrativa, vem a bonança. Rui Costa quer, ou tenta, fechar o ano com uma agenda positiva. Agora é a vez da reforma do secretariado, que ele já vem tocando de leve, e vai intensificar esta semana.

    Se já há nomes definidos? Claro que sim. Um time bem restrito é formado por aqueles que só saem se quiserem. Entre eles, André Curvelo (Comunicação), Manoel Vitório (Fazenda) e Fábio Vilas Boas (Saúde). No resto, uma parte vai rodar, trocar de pastas, e outra vai dançar.

    Suplentes na fila

    As articulações incluem a presença de pelo menos dois deputados federais eleitos no secretariado. Há a intenção de empurrar o deputado federal Paulo Magalhães (PSD) para Brasília. Acontece que ele ficou na terceira suplência.

    Por aí, Charles Fernandes (PSD), ex-prefeito de Guanambi (se resolver as pendengas judiciais), e Joseildo Ramos (PT), ex-prefeito de Alagoinhas, também podem ir aprontando os paletós.

    Ao que se diz, Lídice da Mata (PSB), ainda senadora, mas deputada eleita, é candidata a secretária. Vai pelo menos um do PT também.

    O esforço de Rui passa também pela instalação da harmonia na base política o máximo possível.

    Ele já sofreu desgaste com sindicalistas ligados ao PT e ao PCdoB que lideraram os protestos contra a reforma. E Bolsonaro está chegando.