Festival tem 4 casos de afogamento; veja dicas para evitar incidentes

    Salvamar diz que efetivo com 30 agentes atua no entorno do evento, na orla da Boca do Rio

    Foto: Divulgação/Secom

    A Coordenadoria de Salvamento Marítimo (Salvamar), vinculada à Secretaria Municipal de Ordem Pública (Semop), já registrou, nos dois primeiros dias de Festival Virada Salvador, quatro casos de afogamento na orla da Boca do Rio, onde acontece o evento.

    Desse total, a pasta contabilizou dois resgates, um atendimento por convulsão na areia da praia e outro por excesso de bebida alcoólica. Embora não haja registro de mortos, órgão alerta para os cuidados que os banhistas precisam ter para evitar incidentes.

    De acordo com a Salvamar, há à disposição da população um efetivo de 30 agentes, que atuam em três bases elevadas no entorno da festa, na parte da praia, com o apoio de uma moto aquática à disposição para atender ocorrências de emergência. Uma placa instalada nos locais avisa que se trata de praia com risco para banhos. Para evitar incidentes, a dica é ficar atento às recomendações do chefe de treinamento da Salvamar, Rui Araújo.

    Confira a seguir orientações para evitar incidentes

    ORIENTAÇÃO – A dica mais importante, segundo Rui Araújo, é procurar orientação de salva-vidas na praia, pois é quem pode informar sobre a situação do mar, existência de valas, buracos e correntes de retorno, por exemplo.

    DESGASTE FÍSICO– O ideal é evitar tomar banho após ingerir alimentos de difícil digestão e bebida alcoólica porque dificultam o nado e aumentam o risco de afogamento.

    CRIANÇAS – É preciso tomar bastante cuidado com as crianças para que não se percam e se afoguem. Os pais e responsáveis devem mantê-las sempre por perto e não permitir que tomem banho sozinhas.

    PROFUNDIDADE – Já diz o ditado: água acima do umbigo é sinal de perigo. A água deve estar até a linha da cintura. Após essa altura, o banhista tem capacidade de locomoção reduzida e o risco de afogamento aumenta.

    CORRENTEZA – Evite utilizar objetos flutuantes, como boias e colchões infláveis, pois podem ser levados pela correnteza.