Após relatos de ameaça, senadores contrários ao decreto de armas podem ter escolta

    Presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP) determinou que a Polícia Legislativa investigue o caso

    Foto: Wilson Dias/Agência Brasil

    O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), determinou que a Polícia Legislativa investigue as ameaças relatadas por senadores contrários ao decreto que flexibilizou o porte de armas no país. A informação é do portal UOL.

    Segundo a publicação, Alcolumbre também disponibilizou escolta policial para parlamentares alvos dos ataques. A segurança ainda não foi solicitada por nenhum senador.

    Quatro senadores relataram à presidência do Senado ter sido alvos de ataques: Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Fabiano Contarato (Rede-ES), Eduardo Girão (Pode-CE) e Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB).

    “O Senado vai dar todas as garantias para os senadores cumprirem seu mandato, então o que for deliberado para a presidência que a gente tiver clareza que é uma ameaça, nós vamos autorizar [escolta]”, disse Alcolumbre, segundo o UOL.

    O projeto que anula os efeitos do decreto do presidente Jair Bolsonaro está na pauta do plenário do Senado desta terça-feira (18).

    Na semana passada, a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Casa rejeitou o relatório do senador Marcos do Val (Cidadania-ES) favorável ao decreto presidencial e encaminhou para plenário um parecer alternativo do senador Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB) favorável a anular os efeitos do ato presidencial.