Inema aponta 11 praias impróprias para banho na capital baiana

    O boletim de balneabilidade divulgado semanalmente pelo órgão, analisa a qualidade das águas destinadas à recreação

    Foto: Divulgação/Prefeitura de Salvador

    Quem pretende aproveitar o feriado em algumas das praias do litoral baiano terá que tomar cuidado com a qualidade da água.

    O Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (INEMA) divulgou um boletim na última sexta-feira no qual aponta 11 localidades impróprias para banho. Confira:

    Tubarão – SSA PR 200 Em frente ao conjunto habitacional, próximo à antiga fábrica de cimento.
    Periperi – SSA PR 100 Na saída de acesso à praia após travessia da via férrea.
    Penha – SSA PE 100 Situada em frente à barraca do Valença Imprópria
    Bogari – SSA BO 100 Em frente ao Colégio da PM (antigo Colégio João Florêncio Gomes).
    Bonfim – SSA BO 200 Ao lado da quadra de esportes, em frente a rampa de acesso a praia.
    Pedra Furada – SSA FU 100 Atrás do Hospital Sagrada Familia, em frente a ladeira que dá acesso a praia.
    Canta Galo – SSA CG 100 Atrás das antigas instalações da FIB, Rua Agrário Menezes.
    Armação – SSA AR 200 Em frente ao Hotel Alah Mar e a Rua João Mendes da Costa.
    Boca do Rio – SSA BR 100 Em frente ao posto Salva Vidas.
    Patamares – SSA CO 200 Em frente ao posto Salva Vidas Patamares. Próximo ao Coliseu do Forró e ao Caranguejo de
    Sergipe.
    Lagoa de Abaete – SSA LA 100 Em frente a placa de fundação do parque.

    O boletim de balneabilidade divulgado semanalmente pelo órgão, analisa a qualidade das águas destinadas à recreação de contato direto e prolongado, em que a ingestão é elevada.

    Além da possível contaminação por microrganismos, o Inema pede para que os banhistas fiquem em alerta caso encontrem algum resíduo de óleo e evitem o contato sem proteção. Caso seja localizado em algum animal, ele não deve ser tocado ou devolvido ao mar.

    Até a última quinta-feira (31), a Limpurb havia retirado um pouco mais de 108 toneladas desde o dia do aparecimento das manchas em Salvador, em 10 de outubro. E desde o dia 18, não havia registro da chegada desse resíduo na orla soteropolitana.