Na briga de 2020, Neto vai com Bruno; Rui não sabe; e se Isidório emplacar?

    Todos concordam que 'o doido' deve ser candidato porque capitaliza votos num terreno em que os demais não entram

    Imagem: Reprodução/Facebook
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    É consenso no mundo político: a disputa de 2020 pela Prefeitura de Salvador tem dois grandes cabos eleitorais, o prefeito ACM Neto de um lado, e o governador Rui Costa de outro.

    Neto já se definiu. Quer emplacar o vice dele, Bruno Reis. E Rui, vai com quem?

    Em nome da necessidade de lançar candidato para fortalecer a sigla e eleger um maior número de vereadores, já que coligações nas eleições proporcionais estão proibidas, os partidos aliados de Rui se atiram em campo, cada um com o seu.

    Nomes

    Assim o é que o PP de Leão tem o estadual Niltinho; o PSD de Otto Alencar, o federal Antonio Brito; o PDT, Vovô do Ilê; o PCdoB com a deputada Olívia Santana; o PT com uma enxurrada de pretendentes; e, correndo por fora, na espreita de uma brecha, Guilherme Bellintani, o presidente do Bahia (se entrar no jogo, será pela banda de Rui).

    Nesse imbróglio, entra o deputado Isidório, do Avante. Todos concordam que ele deve ser candidato porque capitaliza votos num terreno em que os demais não entram. É aí que alguns, como o deputado Nelson Pelegrino, um dos pré-candidatos do PT, indaga:

    —E se Isidório for ao segundo turno?

    Isidório, o doido, como se autoproclama, alastra que pode dar. ‘Bolsonaro também não é doido?’

    Segundo Pelegrino, falta no jogo Rui Costa botar no colo a coordenação do processo. No lado dele, Neto já botou.