Governo se une a Portugal para requalificação de patrimônio cultural do estado

    A reunião discutiu iniciativas que nortearão as políticas públicas e as parcerias público-privadas que possibilitarão, por exemplo, a transformação do Palácio Rio Branco em um hotel

    Foto: Elói Corrêa/GOVBA

    Os governos da Bahia e de Portugal se uniram para a recuperação de prédios e edifícios históricos. O Programa de Requalificação de Patrimônio Cultural Edificado conta, a partir de agora, com a união do programa português Revive. Essa união servirá para unir as ações entre os dois governos e prometem proporcionar a recuperação e cessão de prédios históricos de propriedade do Governo do Estado e de governos municipais.

    A reunião discutiu iniciativas que nortearão as políticas públicas e as parcerias público-privadas que possibilitarão, por exemplo, a transformação do Palácio Rio Branco em um hotel.

    Para o vice-governador e secretário de Desenvolvimento Econômico João Leão, o Programa Revive traz para a Bahia muita esperança. “Nós estivemos em Portugal, fazendo uma vistoria do Programa Revive. Lá nós encontramos hotéis maravilhosos funcionando em prédios que estavam abandonados, e aqui nós temos alguns exemplos.”, disse o vice-governador.

    A atividade faz parte de um termo de cooperação assinado, em junho deste ano, entre o governo da Bahia e a Secretaria do Turismo de Portugal. O encontro e as visitas técnicas têm o intuito de estabelecer os procedimentos técnicos e legais para ocupar e fazer intervenções nos prédios. A construção de marco regulatório, após o encontro de 11 e 12 de novembro, poderá promover um conjunto de normas, leis e diretrizes que regulamentem o funcionamento dos setores nos quais agentes privados possam investir na recuperação e gestão de patrimônios edificados, municipais, estaduais e federais.

    O encontro ocorreu na Casa Sete Candeeiros, no Centro Histórico, com a presença do vice-governador do Estado e secretário do Desenvolvimento Econômico, João Leão, dos secretários do Turismo, Fausto Franco e da Cultura, Arany Santana, e de outras autoridades.