Alden fica no PSL, mas leal a Jair Bolsonaro

    "A legislação dita que o mandato pertence ao partido. Num cenário desses, eu só teria chance se fosse expulso, o que não vai acontecer"

    Alvo de uma sucessão de ataques quando o PSL, partido pelo qual Bolsonaro se elegeu entrou em guerra interna, o deputado estadual Capitão Alden foi a Brasília assistir ao lançamento do Aliança pelo Brasil, a convite do senador Flávio Bolsonaro, mas também permanecerá no PSL por um detalhe crucial, a preservação do mandato.

    – A legislação dita que o mandato pertence ao partido. Num cenário desses, eu só teria chance se fosse expulso, o que não vai acontecer. Fora disso, só há possibilidade com a janela que se abrirá em 2022, sete meses antes das eleições.

    Alden diz que desde a campanha se desentendeu com a agora deputada federal Dayane Pimentel, presidente estadual do PSL, que se diz independente, e a relação continuará como sempre, distante.