Justiça determina quebra de sigilo de computadores que compartilharam fake news contra STF

    A quebra revelou que a maioria dos IPs são de um provedor público de São Paulo

    Foto: Carlos Moura/ STF
    Foto: Nelson Jr./SCO/STF
    Foto: Nelson Jr./SCO/STF

     

    A Justiça de São Paulo determinou quebra de sigilo de computadores que disseminaram mensagens falsas contra o Supremo Tribunal Federal (STF).

    A ação, de acordo com informações da colunista Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, investiga a existência de um suposto “gabinete do ódio” que funcionaria nas salas do Palácio do Planalto, como a do deputado estadual Douglas Garcia (PSL-SP), que tem ligação com Eduardo Bolsonaro, filho do presidente.

    A quebra revelou que a maioria dos IPs são de um provedor público de SP, a Prodesp.  A informação reforça a suspeita dos deputados do PSL que moveram a ação — como Joice Hasselmann e Junior Bozzella— de que os ataques partiram da Assembleia Legislativa de SP.

    O esquema seria, portanto, financiado com dinheiro público.​