Pescadores baianos vivem maré de azar

    'A gente não pode navegar porque não tem porto para reabastecer. E mesmo que pesque, a procura desabou'

    Pescadores dos quatro cantos do litoral baiano queixam-se da maré de azar na qual navegam nos últimos sete meses. Com a palavra Zé Guincho, do povoado do Guaibim, em Valença, que há mais de 30 anos passa a maior parte do tempo embarcado no mar.

    — Em outubro veio o óleo. Para nós, foi um horror. Agora, vem a pandemia. A gente não pode navegar porque não tem porto para reabastecer. E mesmo que pesque, a procura desabou.