Prosegur, inimiga pública número um de Eunápolis

    "É lamentável. A empresa não cuidou dos seus funcionários e põe a todos em risco", diz o prefeito

    A Prosegur, empresa de segurança e transporte de valores, virou inimiga pública número um de Eunápolis, importante enclave rodoviário do extremo sul da Bahia. E com justos motivos.

    O caso: em meados de abril, a empresa foi interditada depois de ter sido constatado que nove funcionários testaram positivo para coronavírus, não seguiu os protocolos e hoje, dos 31 casos que a cidade tem de Covid, 30 são de familiares dos funcionários da Prosegur. A empresa já recebeu multa da Justiça de R$ 10 milhões, mais R$ 1 milhão por dia se funcionar.

    O prefeito Robério Oliveira (PSD) faz coro com a revolta coletiva contra a empresa:

    — É lamentável. A empresa não cuidou dos seus funcionários e põe a todos em risco.