Na crise, agronegócio é exceção. Está ganhando

    "O preço do quilo da manga que oscilava entre R$ 1,30 e R$ 1,50, subiu para R$ 3,30, praticamente dobrou", comemora o deputado Tum

    Dizem que o agronegócio, por produzir alimentos, é o setor da economia menos prejudicado com a crise, e, pelos mesmos motivos, também se dará bem no pós-pandemia. Confere.

    O deputado Tum (PSC), que é produtor de manga e uva em Casa Nova, carimba a tese.

    – A alta do dólar acabou ajudando nós, que produzimos para exportação. O preço do quilo da manga que oscilava entre R$ 1,30 e R$ 1,50, subiu para R$ 3,30, praticamente dobrou. A uva saltou de R$ 4,50 para R$ 6,50.

    Segundo Tum, de quebra, a Barragem de Sobradinho, no rio São Francisco, o Velho Chico, está com 95% da sua capacidade.

    – O que nos dá a água e produz energia é outro setor que nada perdeu com a crise.