Covid altera forma de venerar o Velho Chico

    A solução foram as redes sociais

    Sempre reverenciado por alunos e professores da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), o 3 de junho, Dia Nacional de Defesa do Velho Chico, na versão 2020 não vai ter aquele grande alarido com o plantio de mudas de plantas nas margens em Juazeiro e Petrolina e a soltura de peixes com muita música.

    O motivo é óbvio, não é? A Covid. A Univasf está fechada e a estudantada faz sua louvação para a data nas redes sociais, evocando o bordão do evento: ‘Eu viro carranca em defesa do Velho Chico’, que vive um momento raro de fatura de água, o que, segundo o deputado Zó (PCdoB), vira um momento mágico para os ribeirinhos:

    — É só alegria. Quem planta colhe e ainda tem a mesa com muito peixe.