Publicado em 21/07/2020 às 20h20.

Com 16 mil cirurgias, Hospital-dia do Roberto Santos reduz filas em urgências e emergências

Cirurgias de pequeno e médio porte têm sido realizadas diariamente, diminuindo filas nas portas das unidades de urgência e emergência na Bahia

Redação
Foto: Ascom/HGRS
Foto: Ascom/HGRS

 

Funcionando desde julho de 2018, o Hospital-Dia do Hospital Geral Roberto Santos (HD-HGRS) já atendeu 16 mil pessoas que precisavam realizar algum tipo de cirurgia. Desde a abertura do serviço, o equipamento representa um grande reforço para a rede hospitalar do estado. Graças à iniciativa, cirurgias de pequeno e médio porte têm sido realizadas diariamente, diminuindo a pressão provocada por esses usuários nas portas de urgência e emergência na Bahia.

Na unidade também são oferecidos os seguintes procedimentos: cirurgias orificiais (proctologia); cirurgia de joelho, por artroscopia (ortopedia); lesões de pele (oncologia); cisto tireoglosso e tumores benignos cervicais (cirurgia de cabeça e pescoço); ureteroscopia rígida e flexível para litíase ureteral, postectomias, vasectomia e uretrotomia (urologia); cirurgia de varizes e fístulas para hemodiálise (cirurgia vascular); adenoamigdalectomia de crianças (otorrinolaringologia); facectomia e pterígio (oftalmologia).

Para o cirurgião geral Iuri Filardi, o Hospital-Dia destaca-se pela rapidez e eficiência na prestação de serviço ao usuário do Sistema Único de Saúde (SUS): “o hospital-dia tem instalações confortáveis para os pacientes, além de qualidade de trabalho para todos os funcionários. Isso sem contar com uma equipe que trabalha coesa com um objeto comum: ajudar o paciente”.

Na avaliação do diretor-geral do HGRS, o anestesiologista José Admirço Lima Filho, o fato de o Governo do Estado ter se antecipado à pandemia da Covid-19, com a ampliação da oferta de serviços especializados, fez com que a população baiana ocupasse uma posição de vantagem em relação a outros estados.

“Iniciativas como o Hospital-Dia e o Mutirão de Cirurgias possibilitaram a diminuição da fila de espera por cirurgias de pequeno e médio porte. Consequentemente, os fluxos das unidades de emergência foram otimizados. Se não tivesse sido pensada essa estratégica, bem antes da pandemia, o cenário poderia ser de dificuldade para esses usuários, que poderiam ter agravado seu estado de saúde, necessitando de internamento hospitalar”, avaliou Lima Filho.

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