Mata de São João tem queda de 39% de novos casos do coronavírus

    Balanço das pessoas curadas também levou esperança e otimismo aos gestores públicos da cidade baiana

    Foto: Max Haack/Secom PMS

    O município de Mata de São João teve queda de 39% no número de novos casos do coronavírus, que provoca  Covid-19, conforme último boletim divulgado no sábado pela secretaria de saúde da cidade.

    Os dados mostram uma desaceleração considerável na curva de crescimento de contaminação pelo novo coronavírus, nos últimos oito dias. A quantidade de novos casos registrados pelo Município entre os dias 17 e 24 deste mês foi a menor das últimas quatro semanas.

    No período analisado, 40 pessoas contraíram a Covid-9. Esse número representa uma queda de 39% em relação à semana de 10 a 17 deste mês, que teve 66 pessoas a mais testadas como positivo para o vírus em Mata de São João.

    O percentual de aumento de 13,6% nos oito últimos dias significa uma redução animadora em relação à média de 26%, registrada nas quatro semanas anteriores.

    O balanço das pessoas curadas também levou esperança e otimismo aos gestores públicos do Município, que têm trabalhado incansavelmente em ações de prevenção e de combate à doença. Na última semana, 35 pessoas foram curadas, perfazendo um crescimento de 24,3%, em relação à semana anterior (16%).

    Redução – Já a quantidade de pessoas em tratamento domiciliar caiu em 3% na semana entre 17 e 24 de julho. Das quatro semanas anteriores, a única que havia registrado queda neste quesito foi a de 26 de junho a 3 de julho, com uma redução de 6% de pacientes doentes que se curam em suas residências. A quantidade de pacientes internados manteve-se estável em sete.

    O Boletim Epidemiológico diário divulgado no sábado registrou um total de 343 casos, 191 pacientes recuperados, 141 em tratamento domiciliar, 7 internados e 59 em monitoramento pela Sesau. Quatro pessoas morreram vitimadas pelo covid-19 em Mata de São João, que registra taxa de letalidade (proporção entre o número de infectados e de óbitos) de 1,2%. Abaixo da média do Brasil, que é de 3,6%, e da Bahia, que é de 2,1%.