Com a herança da pandemia, novos prefeitos vão rebolar

    'Hoje, a arrecadação já caiu um pouco, e tem o auxílio emergencial para as prefeituras que muito ajuda. E em janeiro?'

    No time dos 72 prefeitos baianos impedidos de disputar as eleições deste ano, porque foi reeleito em 2016, Carlinhos Azevedo (PP), de Nilo Peçanha, avisa aos gestores que vão assumir a partir de janeiro que vem:

    — Eles vão herdar a parte pior dos malefícios que a Covid nos faz. Hoje, a arrecadação já caiu um pouco, e tem o auxílio emergencial para as prefeituras que muito ajuda. E em janeiro?

    Ele diz acreditar também que teremos um fim de ano turbulento: 345 dos 417 prefeitos estão aptos a se candidatar, o que quer dizer que a eleição acaba em novembro, e dezembro já é fim de ano.

    — Eu vou deixar a prefeitura toda arrumadinha, mas muitos não vão conseguir isso. Não vão conseguir nem pagar o 13º.