Filha de Gilmar Mendes pode comandar órgão no governo

    O órgão, subordinado à Presidência da República, vai fiscalizar e editar normas sobre o tratamento de dados pessoais por pessoas físicas e jurídicas

    Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF

    Laura Schertel, filha do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, está entre as opções para comandar a Autoridade Nacional de Proteção de Dados. A informação é da coluna de Guilherme Amado, da revista Época.

    Segundo a publicação, o nome dela foi levado por congressistas ao presidente Jair Bolsonaro, responsável por fazer a indicação. Ele ainda não definiu quem escolherá para o posto.

    O órgão, subordinado à Presidência da República, vai fiscalizar e editar normas sobre o tratamento de dados pessoais por pessoas físicas e jurídicas.
    Laura é professora adjunta de Direito Civil da Universidade de Brasília (UnB) e do Instituto Brasiliense de Direito Público (IDP), escola do seu pai.

    Ela também é doutora em direito privado pela Universidade Humboldt de Berlim, tendo publicado sua tese sobre proteção de dados na Alemanha.
    Nesta semana, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, defendeu que a agência fosse independente do governo.