Caso Rielson: como sempre, o vice no jogo

    Por isso se diz que escolha de vice é coisa séria. Ora se é

    Se nos filmes de suspense o suspeito de assassinato é sempre o mordomo, reza a tradição, nos casos de assassinatos de prefeitos o suspeito é sempre o vice. Assassinado em 27 de julho de 2015 – quando conversava com um primo num bar – com quatro tiros por dois homens numa moto, Rielson Lima, prefeito de Itagimirim, foi vítima de um típico crime de mando.

    Quatro dias após, a delegada Valéria Magalhães descartou o que todos achavam, que o crime era político. Mas dois anos depois pediu a prisão de Sandro Andrade, irmão de Rogério Andrade, o vice, como mandante, e ontem do próprio Rogério.

    Escrita mantida, era o vice mesmo. O que, aliás, ressalte-se, o povo sempre achou.

    Por isso se diz que escolha de vice é coisa séria. Ora se é.