Letícia Spiller se desculpa após fala sobre assédio de Marcius Melhem a Calabresa

    Na ocasião, a interprete de Babalu disse que Marcius Melhem era uma pessoa de bom coração que teria virado o mártir para tantos outros casos de assédio

    Foto: Instagram/ Arquivo Pessoal

    A atriz Letícia Spiller gravou um vídeo para se desculpar com Dani Calabresa após a repercussão negativa de uma declaração dada pela global em entrevista à rádio PlayFM sobre o caso de Marcius Melhem.

    No vídeo, Letícia afirmou que jamais apoiaria alguém que cometeu o ato de abuso ou assédio.

    “Eu jamais colocaria em dúvida os relatos dela ou tudo que ela passou, tudo que qualquer outra mulher ou qualquer vítima de abuso tenha passado. Quero pedir desculpas aqui à Dani Calabresa especialmente, a todas as minhas colegas, todos os meus colegas de trabalho, pessoas que foram vítimas de abuso, de assédio, de violência, assim como eu tenho amigas próximas, amigos que passaram por isso, e eu sei o quão sério isso é, jamais gostaria de ser vítima disso, e fico muito triste de que tenha tido essa interpretação”, pediu.

    Na ocasião, a interprete de Babalu elogiou Marcius Melhem, acusado de assédio sexual e moral, afirmando que ele era uma pessoa de bom coração que teria virado o mártir para tantos outros casos de assédio que acontecem na Globo.

    Letícia ainda condenou as vítimas de assédio por demorarem tanto para denunciar o crime. “Conheci o Marcius e ele nunca me pareceu uma pessoa que fizesse algo tão agressivo. É uma pessoa muito querida. É duro receber uma notícia assim de uma pessoa querida, de bom coração. Mas acho que as mulheres têm de ter coragem para falar. Esse tipo de coisa não pode existir”.

    A atriz em seu vídeo de desculpas afirmou que avaliou a história de uma forma errada e que preferia não ter dito nada para não soar controverso.

    “Em momento algum eu quis dizer isso. Eu espero que vocês acreditem em mim e compreendam que às vezes até eu, que sou uma comunicadora, sou uma atriz, às vezes posso me expressar mal através das palavras. Às vezes, realmente, é melhor não falar nada”, concluiu.