Bruno vai a Brasília na semana que vem e pretende se encontrar com Rodrigo Pacheco

    Prefeito de Salvador afirmou que também solicitou audiência com os ministros Paulo Guedes e Eduardo Pazuello

    Foto: Matheus Morais/bahia.ba

    O prefeito Bruno Reis (DEM) afirmou nesta quinta-feira (11), durante a cerimônia de assinatura da ordem de serviço para a realização das obras do programa Morar Melhor, na Vila Brandão, que pretende ir a Brasília na próxima semana e já solicitou audiências com os ministros da Saúde, Eduardo Pazuello, da Economia, Paulo Guedes, e com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco.

    Segundo Bruno, o encontro com o senador já estava agendado desde antes da eleição para a presidência da Casa, no entanto, a primeira semana de mandato do presidente Rodrigo Pacheco foi muito conturbada, devido a morte do senador José Maranhão, vítima de complicações da Covid-19, o que fez que o encontro fosse adiado para a próxima quarta-feira (17).

    “Eu não tive condições de ir a Brasília ontem. Essa reunião será na semana que vem, muito provavelmente eu estarei na quarta-feira em Brasília e estou solicitando uma audiência ao ministro Pazuello, ao ministro Paulo Guedes e vou encontrar o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, para a gente discutir essa pauta dos transportes. Inclusive, ele tinha dito que a primeira semana à frente do Senado seria uma semana complicada. Infelizmente, teve a morte do senador Zé Maranhão, então isso acabou dificultando o trabalho no Senado e nós deixamos para a quarta-feira”, explicou Bruno.

    De acordo com o prefeito, o encontro com o presidente do Senado também servirá para pedir apoio para a implantação de leitos de Covid e cobrar garantias de manutenção do auxílio emergencial.

    “Com Rodrigo Pacheco a pauta será apoio para os leitos de Covid, porque o governo federal está suspendendo o pagamento, imagine as prefeituras arcarem com R$ 2.400 de diárias, só para entender uma conta rápida. Com 250 leitos que nós vamos estabelecer, essa conta hoje está dando R$ 800 por leito, essa conta é de R$ 6 milhões. Se o governo federal não ajudar, essa conta é de R$ 18 milhões por mês. O valor é expressivo. Essa será a pauta para que o governo garanta esse pagamento de leitos de Covid e que haja uma definição para manutenção do auxílio emergencial”, disse, complementando que também reivindicará apoio para custeio da saúde no município e a crise do transporte público.

    “E vou reivindicar ainda apoio para custeio da saúde, que ano passado, Davi Alcolumbre conseguiu R$ 57 milhões para ajudar a prefeitura a cobrir o rombo com os investimentos na saúde. Vou solicitar isso ao senador e também pedir fundamental e decisivo apoio dele no enfrentamento da questão do transporte público, que é um problema hoje de todas as grandes cidades do Brasil”, finalizou.