FecomércioSP reivindica ‘amparo’ público por perdas da Fase Emergencial

    Entidade avalia que restrições mais rígidas só terão resultado efetivo com fiscalização sobre atividades cladenstinas

    Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

    As restrições de circulação e de funcionamento das atividades devem ser acompanhadas de planos formais de apoio às empresas e consequentemente aos empregos por parte do Poder Público. A avaliação foi divulgada pela Federação do Comércio de São Paulo (FecomércioSP) em resposta criação da Fase Emergencial do Plano SP, divulgada nesta quinta-feira (11) pelo governo paulista.

    Segundo a Federação, as perdas para o mês de maio foram ampliadas de R$ 11 bilhões para R$ 12 bilhões após as limitações em setores antes considerados essenciais, como as lojas de materiais de construção. Para a FecomércioSP, “o Estado só terá um resultado mais efetivo com fiscalização constante e intensiva sobre atividades clandestinas, ilegais e que geram aglomerações”.

    A entidade revindica ainda que o governo federal “deve retomar com urgência medidas de proteção ao trabalho e à renda das famílias, como o auxílio emergencial e, no caso dos empresários, a ampliação do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe)”.