Falta de médicos especializados tem gerado desperdício de medicamentos

    É o que aponta a Associação de Medicina Intensiva Brasileira

    Foto: Facebook/Fiocruz

    A falta de médicos especializados em UTIs está gerando impacto no desperdício de medicamentos e em problemas no atendimento.

    É o que aponta a Associação de Medicina Intensiva Brasileira (Amib), por meio de sua presidente, Suzana Lobo.

    A estimativa, segundo ela, é que o Brasil tenha cerca de 7.100 médicos intensivistas, mas o número ideal seria de 40 mil profissionais. Ela também diz que a abertura de novos leitos de UTI não resolve o problema uma vez que não há profissionais no mercado.

    “O que precisa melhorar é a eficiência na utilização dos recursos”, disse a médica, segundo a Folha de S.Paulo. O governo federal autorizou a abertura de 952 novas vagas nesta terça (30).

    Suzana defende a utilização do protocolo de triagem de pacientes para enfrentar a falta de médicos e os baixos estoques de medicamentos.