Cerca de 500 mi de usuários do LinkedIn têm dados à venda na internet

    Rede social confirmou a comercialização, mas descartou a possibilidade de violação de dados

    Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

    Os dados de cerca de 500 milhões de usuários do LinkedIn foram colocados à venda em um site, conforme afirmou a empresa na quinta-feira (8). Na terça (6), o portal CyberNews relatou pela primeira vez que as informações como ID de usuário, nome, endereço de e-mail, número de telefone, gênero, profissão e link para outros perfis de mídia social estavam sendo leiloados na internet.

    Apesar de confirmar a informação, o LinkedIn descartou a possibilidade de violação de dados. De acordo com a rede social, os dados comercializados são aqueles que o próprio usuário divulga em seu perfil.

    “Isso não é uma violação de dados do LinkedIn, e no que pudemos avaliar, nenhum dado privado de um membro do LinkedIn foi incluído”, disse.

    Conforme a companhia, “medidas técnicas” são tomadas para evitar os chamados raspadores de dados e ainda são proibidos softwares de terceiros, bots, extensões de navegador ou plug-ins.

    “Quando alguém tenta pegar os dados de um membro e usá-los para fins com os quais o LinkedIn e nossos membros não concordaram, trabalhamos para impedi-lo e responsabilizá-lo”, afirmou.