Fausto Franco sai, mas deixa sinos badalando

    Os da Igreja do Bonfim tinham 30 anos parados, o que turisticamente é uma heresia

    Fausto Franco, o ex-empresário de Bell Marques que virou secretário de Turismo da Bahia, deu azar no tempo dele. Foi indicado pelo PL, e agora se despede por causa de injunções políticas. A pandemia atingiu em cheio o setor, e as ações foram muito mais de socorro do que novos projetos, mas uma marca ele conseguiu impor como obra que pode dizer que é sua: a volta dos sinos badalando pela Bahia afora.

    Com a Igreja do Bonfim, completou a nona igreja que voltou a adotar a prática. Entre as outras estão a Conceição da Praia, Nossa Senhora do Rosário dos Pretos e também São João Batista em Trancoso, Porto Seguro.

    A ideia, tão simples quanto eficaz, surgiu numa das viagens que Fausto fez a Portugal. Todos os sinos são doados por empresários. Os da Igreja do Bonfim tinham 30 anos parados, o que turisticamente é uma heresia.