Amazonas: Justiça decide que advogadas grávidas não precisam passar por raio-x em presídios

    Decisão atendeu pedido de uma procuradora de prerrogativas da Ordem dos Advogados do Brasil

    Foto: Zaqueu Proença
    Foto: EBC
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    A Justiça do Amazonas decidiu que advogadas grávidas não mais precisarão ser obrigadas a passar por raio-x ou detector de metais durante visitas a clientes no sistema prisional do estado.

    A decisão atende a um pedido protocolado pela procuradoria de prerrogativas da OAB, cuja procuradora é Adriane Magalhães. Ela acionou a Justiça Federal após receber denúncias e não obter qualquer tipo de resposta por parte da secretaria de administração penitenciária do Amazonas.

    De acordo com o juiz que determinou a medida, “há outros meios de evitar a entrada de artigos proibidos sem colocar em risco a saúde da gestante e da criança”. As informações são da coluna Painel, da Folha de S.Paulo.