Dinheiro da educação encalhou, e prefeitos perguntam: E agora?

    Ideia é poder guardar o dinheiro não gasto num ano para o seguinte

    Por força de lei, os prefeitos são obrigados a aplicar em educação 25% dos repasses de FPM, a principal fonte de receita. Com a pandemia, as escolas fechadas há um ano e seis meses, o transporte escolar parado, como fazer e justificar tais gastos?

    Até agora, eles não sabem. Alguns chegaram a comprar tablets para equipar as redes, mas o grosso do dinheiro está parado, esperando que alguém diga o que fazer.

    Zé Cocá (PP), prefeito de Jequié e presidente da UPB, diz que os prefeitos se mobilizam na direção de fazer com que o Congresso Nacional aprove uma lei determinando que o dinheiro fique com os municípios para gastar a partir do próximo ano.

    – Seria o mais justo.