João Paraíso, um caso de drama duplo

    Corpo teve que ser levado para o IML de Santo Amaro, porque o de Alagoinhas não tinha legista

    Lembra a história do bancário João Souza Paraíso, filho de tradicional família de Olindina, assassinado em casa no início de maio pela PM?

    O corpo teve que ser levado para o IML de Santo Amaro, porque o de Alagoinhas não tinha legista. Resultado: a viúva, a enfermeira Iana Fernanda, que ficou com um filhinho de seis anos, já perdeu o marido e até hoje espera que o laudo seja enviado para ela tocar a vida, a começar pelo seguro.