Número de trabalhadores cresce e desocupação cai na Bahia

    Taxa do estado no segundo trimestre do ano segue como a segunda maior do país e cinco pontos acima da média nacional

    Foto: reprodução/site do FGV Ibre

     

    A taxa de desocupação na Bahia recuou de 21,3% para 19,3% na passagem do primeiro para o segundo trimestre deste ano. O recuo no desemprego resultou, principalmente, do aumento de pessoas trabalhando (5,1% ou 260 mil pessoas a mais), segundo informações da Pesquisa Nacional por Amostragem de Domicílios (PNAD Contínua), divulgada nesta terça-feira (31), pelo IBGE.

     

    IBGE Pnad Bahia 2 trimestre

     

    Agora, a Bahia conta com 5,4 milhões de pessoas ocupadas, maior número durante a pandemia. O número de pessoas desocupadas chegou a 1,323 milhão de trabalhadores no final de junho, 63 mil a menos que no trimestre encerrado em março (-4,5%).

    Porém, o estado permanece com a segunda pior desocupação do país, a cinco pontos percentuais da média nacional (14,7%). Apenas Pernambuco tem um desemprego maior (21,6%). A taxa de desocupação mede a proporção de pessoas de 14 anos ou mais de idade que  não trabalharam, procuraram ocupação e estavam disponíveis para assumir as novas funções em relação ao total de pessoas que estão na força de trabalho.

    Apesar de registrar uma crescente, o contingente de pessoas ocupadas no segundo trimestre deste ano está 5,4% menor do que no primeiro trimestre de 2020, no estágio inicial da pandemia (5,7 milhões no total, 231 mil a mais do que no cenário atual).

    Dentre os que estão fora da força de trabalho, o número de pessoas desalentadas também seguiu em queda no 2o trimestre de 2021, ficando em 715 mil, o menor contingente desde o quarto trimestre de 2017, quando 663 mil pessoas estavam nessa condição, na Bahia.