BNDES decide exigir vacinação contra a Covid-19 para volta de trabalho presencial

    Devido ao avanço da variante delta, banco adiou em um mês a retomada da atividade presencial na empresa

    Foto: Arquivo/Agência Brasil

    O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) decidiu adiar em um mês a retomada da atividade presencial na empresa e passará a exigir a vacinação contra a Covid-19. A estratégia ocorre devido ao avanço da variante delta.

    Segundo informações da coluna Painel, da Folha, o retorno, que estava previsto para esta quarta-feira (1º), foi postergado para 4 de novembro. Em comunicado, o banco informou que apenas imunizados tenham acesso ao prédio.

    Para acessar o edifício, será exigido o comprovante de vacinação. A estatal informou ainda que “irá solicitar aos empregados, durante o mês de setembro, informações sobre status de vacinação e opção por trabalho presencial ou remoto”.

    Presidente da associação de funcionários do banco (AFBNDES), Arthur Koblitz conta que a diretoria discutiu com os trabalhadores a quem caberia fiscalizar se o empregado foi vacinado ou não. A tarefa ficará a cargo do banco. Os detalhes serão apresentados nesta quarta em uma reunião virtual. “Quem vai fiscalizar é o banco. Só vai entrar quem pode comprovar que tomou as vacinas. Ainda não foi decidido o que fazer com os que se recusarem a tomar”, disse.

    Essa não é a única mudança. Pelo calendário anterior, os cerca de 2.500 trabalhadores voltariam 15 dias após a data da aplicação da segunda dose da vacina em suas cidades, ou 30 dias depois do dia previsto para a vacinação em dose única.

    Pela nova programação, ainda de acordo com a Folha, os ocupantes de cargos de confiança retornam a partir de 4 de outubro. Os demais empregados voltam a partir de novembro.