Covid criou flagelo para o mundo em geral, e para Bolsonaro no particular

    Dizem que a solução seria alguns banhos de folha antes de ir aos EUA; mas aí ele perderia os evangélicos...

    Diz a Organização Mundial da Saúde (OMS) que Covid é a junção de (co)rona, (vi)rus e (d)isease, o que, no português, seria doença do coronavírus. E o 19 vem por ter surgido em 2019. Daí, Covid-19.

    Eis aí um flagelo para a humanidade que virou um desastre político para Bolsonaro, quando ele mostrou ao mundo a vastidão da sua inabilidade para lidar com algo tão perverso contra CPFs e CNPJs, e em nome de salvar CNPJs (como se eles existissem sem CPFs), até na ONU bradou contra governadores e prefeitos que adotaram restrições na pandemia.

    No plano interno, é só lembrar que ele está no quarto ministro da Saúde no tempo da pandemia. Até tentou um general, o Pazzuelo, para guerrear na guerra errada. E no plano internacional é chacota nos veículos de comunicação dos países mais importantes do planeta.

    Com Trump

    As trapalhadas internacionais de Bolsonaro têm dois episódios irônicos tendo como palco os EUA, o país predileto dele, ano passado governado pelo amigo e ídolo Donald Trump. Em março, no comecinho da pandemia, voltou de lá com 23 infectados causando furdunço lá e cá.

    Agora de novo ele vai à ONU, em Nova York, EUA, em missão oficial, deixa lá preso cumprindo quarenta o ministro da Saúde da vez, Marcelo Queiroga, e traz outros infectados para cá. De novo, furdunço lá e cá.

    Dizem nas redes baianas que a solução seria alguns banhos de folha antes de ir aos EUA. Mas está descartado, porque ele perderia os evangélicos.