Marinho diz que atual governo trabalha recebendo críticas injustas: ‘Levando pedradas’

    'É desta forma que esse governo vem trabalhando, levando pedradas, sofrendo desqualificações, sofrendo críticas', afirmou o ministro

    Foto: Matheus Morais/Bahia.ba

    O Ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, disse em coletiva de imprensa nesta sexta-feira (10), que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) fez um esforço junto com o Congresso Nacional para aumentar de R$ 196 em média para R$ 400 o auxílio para as famílias mais vulneráveis e que mesmo assim, seu governo é alvo de críticas ‘muitas vezes injustas’. 

    Marinho ainda citou a situação infracional dos países europeus e salientou como a pandemia prejudicou a economia brasileira. 

    “Houve um desarranjo da cadeia logística mundial do transporte de mercadorias que fez com que o Brasil pela primeira vez importasse inflação, porque um contêiner que leva mercadoria de um porto para outro, na Ásia para África ou da América para a Europa, ou ainda para o Brasil aumentou em 400 a 500 % seu valor em função da paralisação desses produtos dos grandes portos mundiais”, explicou. 

    O ministro seguiu dizendo que o Brasil cumpriu o dever de casa e que era questionado se Bolsonaro estava atento à situação. 

    “Novamente Bolsonaro tinha razão. Porque ele fez um esforço junto com o Congresso Nacional para aumentar de R$ 196 em média para R$ 400 o auxílio para as famílias mais vulneráveis, o que vai permitir que esta fome que está sendo identificada possa ser combatida na prática se dando dinheiro para o bolso das pessoas que precisam comprar alimento para suas famílias”, disse. 

    Marinho ainda afirmou que o governo recebe críticas muitas vezes injustas. “É desta forma que esse governo vem trabalhando, levando pedradas, sofrendo desqualificações, sofrendo críticas, muitas vezes injustas. Mas faz parte da vida pública, quem quer administrar um país tem que conviver no processo democrático”, concluiu. 

    O ministro participa do evento promovido pela Prefeitura para assinatura da ordem de serviço para obras no Trecho 2 do BRT.