Pressão atualmente é maior nas emergências, ressalta Bruno Reis

    Prefeito anunciou, durante inauguração de Cras no Nordeste de Amaralina, a transformação de quatro unidades de saúde em 'mini-UPAs'

    Foto: Rayllanna Lima/bahia.ba

    Embora o fator Rt, que mede o ritmo de transmissão do novo coronavírus esteja elevado, não há pressão na rede hospitalar municipal relativa a pacientes com Covid-19. A pressão é maior agora nas unidades de emergências, como as UPAs. O relato foi feito pelo prefeito Bruno Reis nesta sexta-feira (14), durante a inauguração do Cras do Nordeste de Amaralina. A ocupação hospitalar em leitos de UTI Covid adulto está em 62%.

    “No passado, na primeira e na segunda ondas, onde estava o problema? (a transferência) Das UPAs para os hospitais de campanha. Em um determinado momento, chegamos a ter em um dia, 240 pessoas ou aguardando regulação ou em regulação (para o hospital), chegando a passar 72 horas na UPA aguardando regulação”,recordou. Atualmente, são regulados entre dois e seis pacientes.

    Neste cenário, o prefeito confirmou a inaguração do gripário de Santo Inácio/Pirajá na próxima semana e a transformação de quatro unidades da Secretaria Municipal de Saúde em ‘mini-UPAs’. “Nós já fizemos isso no ano passado, em março”, disse. O serviço incluiria outras síndromes gripais. “A gente está enfrentando essa nova variante (do novo coronavírus) com uma segurança maior do que no passado”, comentou. “Oitenta por cento das pessoas que estão usando leitos de enfermaria e UTI não estão com ciclo vacinal completo”.