Tentar mitigar os efeitos da crise social, diz Kiki Bispo sobre novo Cras da Boca do Rio

    Equipamento foi entregue nesta sexta-feira pela prefeitura e vai atender mais 6 mil pessoas em estado de vulnerabilidade na região

    Foto: Jamile Amine/bahia.ba

    Durante a entrega do novo Centro de Referência de Assistência Social (Cras) da Boca e Rio nesta sexta-feira (18), o secretário de Promoção Social, Combate à Pobreza, Esportes e Lazer (Sempre), Kiki Bispo, explicou sobre as intervenções feitas pela prefeitura no local e sobre os serviços que serão ofertados na unidade.

    “Fizemos a requalificação completa dessa unidade da Boca do Rio, que já é a quinta unidade inaugurada na gestão do prefeito Bruno Reis. E a ideia da prefeitura é justamente seguir avançando nas políticas de assistência social. Ainda mais nesse momento de pandemia que estamos passando, precisamos ter equipamentos como esse, que vai atender mais 6 mil pessoas em estado de vulnerabilidade e para que os nossos serviços cheguem com muito mais precisão para aquelas pessoas que mais precisam nesse momento. A região da Boca do Rio é uma das mais populosas de Salvador, tendo um público expressivo na zona de pobreza ou de extrema pobreza. Quando a gente traz um equipamento desse para perto, a gente tenta mitigar esses efeitos da crise social que é nacional”, explicou Kiki.

    De acordo com a prefeitura, novo Cras Boca do Rio possui estrutura mais acessível, moderna e ampla, com recepção, sala do Cadastro Único, quatro salas de atendimentos, sala multiuso e sala de coordenação. Além disso, abriga brinquedoteca, espaço de convivência, três sanitários, sendo um feminino, um masculino e um para pessoa com deficiência, copa e almoxarifado, dentre outros ambientes.

    O titular da Sempre também comentou sobre a equipe que atenderá no Cras e disse que objetivo é “fortalecer os vínculos dessas pessoas que tanto precisam”.

    “Temos diversas salas, equipes qualificadas de psicólogos, assistentes sociais, uma equipe técnica preparada para acolher essas pessoas. Sabemos que estamos passando por uma questão de saúde mental extremamente severa e temos orientado nossos profissionais para fazerem busca ativa, acolhimento, orientação familiar para fortalecer os vínculos dessas pessoas que tanto precisam”, completou o secretário.