De sete candidatas brasileiras, apenas uma farmacêutica completou 1ª fase de testes

    Os problemas vão desde falta de estrutura e insumos para fabricar as primeiras doses, até pedidos de ajustes nos protocolos de pesquisa conforme a campanha de vacinação progredia

    Foto: Maína Diniz / Pref. Lauro de Freitas

    Dentre os protótipos de vacinas brasileiras criadas ao longo de 2020 e 2021 para barrar a Covid-19, nenhuma das candidatas cumpriu o cronograma estipulado de testes necessários. Entre as sete vacinas anunciadas, o produto que mais avançou foi a ButanVac.

    O Instituto Butantan, em São Paulo, anunciou recentemente que finalizou a primeira fase dos testes clínicos. E, mesmo nesse caso, a conclusão da fase 1 acontece cerca de oito meses depois da data estipulada para a conclusão de todas as três etapas exigidas pelas agências regulatórias, como a Anvisa do Brasil.

    Nesse meio tempo, os cientistas encontraram uma série de dificuldades. De acordo com a A BBC News Brasil, que entrou em contato com as sete instituições brasileiras que estão por trás das candidatas à vacina anunciadas nos últimos meses, os problemas vão desde falta de estrutura e insumos para fabricar as primeiras doses, até pedidos de ajustes nos protocolos de pesquisa conforme a campanha de vacinação progredia.

    Entre as candidatas estão: ButanVac, RNA-MCTI-Cimatec-HDT, SpiNTec, Versamune, 2H120 Defense, S-UFRJVac, Vacina UFPR,