Após medida de Rui, Bruno diz que retirada definitiva de máscaras é uma possibilidade

    Neste final de semana, o governo do estado tornou facultativo o uso dos utensílios em ambientes abertos

    Foto: Mattheus Morais | bahia.ba

     

    Após o governador Rui Costa tornar facultativo o uso de máscaras em ambientes abertos, o prefeito Bruno Reis (UB) afirmou, nesta segunda-feira (04), que a retirada total do utensílio do cotidiano dos soteropolitanos só acontecerá caso os números da Covid-19 ‘reajam’ bem à medida do governo do estado.

    De qualquer maneira, para o prefeito, a decisão de Rui Costa é um ‘passo importante’ para a remoção definitiva da obrigatoriedade do uso das máscaras, em um contexto de queda dos indicadores da doença no estado, particularmente a ocupação de leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI).

    “A decisão foi tomada nesse final de semana, já demos mais um passo importante, e agora vamos analisar as consequências dessa decisão. A partir do momento que houve essa flexibilização, caso não tenha nenhum reflexo nos números da Covid, e os números continuem caindo, isso nos permite dar um outro passo no sentido de tirar definitivamente (as máscaras)”, disse Bruno Reis.

    Bruno Reis confessou que é da opinião da retirada definitiva das máscaras, em todos os tipos de ambientes, mas que respeita a decisão do governo do estado. Segundo o gestor, nunca houve divergências entre executivo estadual e municipal em matéria de combate à Covid-19 e não seria agora, ‘na reta final’, que haveria alguma.

    “A minha opinião era que a gente poderia tirar o uso obrigatório da máscara em todos os ambientes, mas a equipe do governo do estado entendeu que deveria dar um primeiro passo que era retirar as máscaras em ambientes abertos para avaliar as consequências dos números para seguir avançando”, explicou o prefeito.

    “Desde o início, todas as decisões que tomamos foram junto com o Governo do Estado, nunca tivemos uma divergência em relação à pandemia e não teremos agora no final. Então tendo a opinião que já dava pra retirar, o Estado entendeu que ainda pode avaliar quais são as consequências, da minha parte não tem dificuldade alguma nisso. Como eu disse, entramos nessa juntos e iremos sair juntos.”, defendeu.