Julgamento de Flordelis atrasa porque um reú foi ‘esquecido’ por secretaria do RJ

    Ex-deputada é acusada de ser mandante do homicídio do marido, o pastor Anderson do Carmo, ocorrido em 2019

    Foto: Bruno Dantas/assessoria/ Tribunal de Justiça do RJ

    Em seu segundo dia, o julgamento da ex-deputada Flordelis começou nesta terça-feira (8) com uma hora e meia de atraso porque a Secretaria de Administração Penitenciária do Rio de Janeiro “esqueceu” de conduzir um dos réus, o filho afetivo de Flordelis André Luiz. Ela é acusada de ser a mandante do homicídio do marido, o pastor Anderson do Carmo, ocorrido em 2019.

    André Luiz passou a noite na Cadeia Pública Patrícia Acioli, em São Gonçalo, na Região Metropolitana. Os outros presos – Flordelis, Simone dos Santos, que é filha biológica da ex-deputada; a neta Rayane dos Santos; e Marzy Teixeira, que é filha adotiva – vieram do Complexo Penitenciário de Gericinó, na Zona Oeste do Rio. O julgamento tem previsão de conclusão em três dias.

    Quando a audiência foi iniciada, Alexsander Felipe Matos Mendes, filho afetivo de Flordelis, pediu para ser ouvido por videoconferência e evitar ficar frente à frente com a ex-deputada federal e os outros réus.”Eu não sei qual seria minha reação”, alegou. Ele relatou que havia facções diversas dentro da casa de Flordelis. Segundo o depoente, havia um bom tratamento se a pessoa concordasse com ela. Com informações do G1