Cotado para o TCM e o Banco do Nordeste, Manoel Vitório desconversa: ‘Especulação’

    ‘É um alívio de dever cumprido, deixando final de governo, deixando a Bahia melhor. Isso que é importante’, argumentou o secretário estadual da Fazenda

    Foto: ascom Sefaz-BA

    Cotado para vaga de conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) e também para presidir o Banco do Nordeste (BNB), o secretário estadual da Fazenda, Manoel Vitório, preferiu desconversar sobre seu destino após o fim do mandato do governador Rui Costa (PT).

    Segundo o titular da Sefaz, tais nomeações não passam de “especulações”. “As pessoas ficam especulando as coisas, não tem nada certo de nada”, disse Vitório, em conversa com a imprensa, nesta terça-feira (22), durante assinatura de protocolos de intenção de empresas interessadas em investir na Bahia.

    “O governador até comentou isso ontem, em relação a ele”, acrescentou o secretário, citando fala de Rui que descartou a possibilidade de assumir a presidência da Petrobras e ironizou as especulações em torno de indicações para ministérios na gestão do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

    Manoel Vitório disse ficar “surpreendido” com seu nome apontado para os cargos, mas afirma que seu compromisso é encerrar o trabalho à frente da Sefaz. “Estamos aqui fechando com chave de ouro. As pessoas esquecem que nós enfrentamos uma pandemia, problemas econômicos enormes, um governo federal totalmente avesso a cumprir aquilo que está no compromisso de recursos do orçamento geral, compromissos que já tinham firmado conosco”, disse o secretário, enaltecendo a administração de Rui, sem poupar críticas à gestão do presidente Jair Bolsonaro (PL).

    “É um alívio de dever cumprido, deixando final de governo, deixando a Bahia melhor. Isso que é importante, essas especulações vamos deixar aí… Deixa ver como vai acontecer”, argumentou o titular da Sefaz, ao minimizar as especulações.